a força
da vida
em desabrochar mãe
olhos atentos
coração acalanto
braços fortes
seios firmes
pés no chão
amor na pele
enquanto o sol se põe
ou enquanto a chuva cai
e o tempo apenas passa
#lua #astrologia #descendencia #ancestralidade #feminino
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terça-feira, 26 de novembro de 2013
segunda-feira, 5 de março de 2012
Conexões em água - O signo de Câncer
E esse é um dos convites da astrologia: conhecer a si mesmo a fim de desenvolver os potenciais adormecidos da criação e gerar energia em equilíbrio, transcendendo possíveis limitações registradas no decorrer da vida.
A compreensão do elementar de cada signo nos leva ao essencial – a mais natural e íntima expressão. Para cada signo, um elemento. Para cada elemento, algumas tendências e inúmeras mensagens em sabedoria.
Sol em Câncer
Uma só lua vestida de tantas faces é a culpada
Pela minha anemia
Pela minha loucura
Pela minha esquizofrenia
Como um filho sem mãe
Colorindo de estrelas
O vazio das suas ausências
Me dá grana, deposita em dinheiro o seu calor
Para eu sentir que existo pra você
Para eu sentir o seu amor
Do peito que secou
Do ventre que já morreu
E de onde nasceu a minha loucura
Meu pânico, meus medos,
Meus terrores, tremores
Meus risos sem sentido
Como um filho sem mãe
Apenas um filho sem mãe
Da ancestralidade vem a minha força.
Eu só preciso de amor. E de muita atenção. Nessa ordem.
Simbiose é a minha sina.
Mas se ao final eu puder escolher cara a cara com o meu destino, eu prefiro morrer de amor.
Escolha a sua melhor fase que eu espero o seu tempo. Mas queira-me.
E quem cuida de mim?
Eu preciso aprender a aceitar as diferentes expressões de amor. E talvez eu precise também aprender a perdoar.
Ah, são tantas as memórias, tantas vidas em mim!
Não é que eu queira muito, quero apenas um amor eterno do meu jeito – e só para mim.
Além da Astrologia
Texto e Fotografia de Ekatala Keller
Contato pelo site http://ekatala.com.br
A compreensão do elementar de cada signo nos leva ao essencial – a mais natural e íntima expressão. Para cada signo, um elemento. Para cada elemento, algumas tendências e inúmeras mensagens em sabedoria.
Sol em Câncer
Uma só lua vestida de tantas faces é a culpada
Pela minha anemia
Pela minha loucura
Pela minha esquizofrenia
Como um filho sem mãe
Colorindo de estrelas
O vazio das suas ausências
Me dá grana, deposita em dinheiro o seu calor
Para eu sentir que existo pra você
Para eu sentir o seu amor
Do peito que secou
Do ventre que já morreu
E de onde nasceu a minha loucura
Meu pânico, meus medos,
Meus terrores, tremores
Meus risos sem sentido
Como um filho sem mãe
Apenas um filho sem mãe
Da ancestralidade vem a minha força.
Eu só preciso de amor. E de muita atenção. Nessa ordem.
Simbiose é a minha sina.
Mas se ao final eu puder escolher cara a cara com o meu destino, eu prefiro morrer de amor.
Escolha a sua melhor fase que eu espero o seu tempo. Mas queira-me.
E quem cuida de mim?
Eu preciso aprender a aceitar as diferentes expressões de amor. E talvez eu precise também aprender a perdoar.
Ah, são tantas as memórias, tantas vidas em mim!
Não é que eu queira muito, quero apenas um amor eterno do meu jeito – e só para mim.
Além da Astrologia
Texto e Fotografia de Ekatala Keller
Contato pelo site http://ekatala.com.br
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Ancestralidade: raízes e asas
Existe uma pergunta que eu sempre gosto de fazer ao meu cliente de leitura de mapa astral pela primeira vez: você está pronto para fazer as pazes com a sua história de vida?
Em seguida, gosto de lembrar: sem preconceito e sem julgamento, esse é o momento.
E isso é astrologia.
Confesso que essa pergunta sempre existiu em mim: o que eu aprendi com a minha própria história de vida até agora? O que é a vida se não ciclos e ciclos de eternos recomeços ( sem fins?)
Eis a questão do meu coração. Eis a minha gratidão à astrologia. Vou explicar.
O mapa natal é dividido em quatro partes. Astrologicamente, chamamos cada parte de quadrante.
Esse desenho forma dois eixos ligados em cruz: O primeiro eixo, em horizontal, liga o ascendente ao descendente ( a linha em "braços abertos" entre o eu e o os outros).
O segundo eixo, em vertical, liga as raízes ou Fundo do Céu com as asas, o Meio do Céu. E esse eixo entre a fonte por onde se nasce e onde estão inscritos o princípio e o fim da vida social está ligado à liberdade e às conquistas individuais, formando assim a "coluna vertebral" do mapa astral: onde se revela a força da ancestralidade e a coragem que impulsiona a seguir o próprio caminho, a escrever e a viver a própria história além de todos os registros e de todo o passado.
Os dois eixos são importantes como delineadores para o mergulho em si mesmo. Mas na prática, através da minha experiência de vida e como astróloga, percebo que o salto quântico é possível quando em compreensão (e em flexibilidade!) do segundo eixo, ou seja, entre as raízes e as asas da própria liberdade de ser quem se é, e onde a partir daí, tudo se torna possível rumo ao desconhecido e misterioso convite existencial chamado de evolução humana.
Entre o sagrado e o mundano está o centro do mapa, o círculo em espiral onde tudo (sempre!) se encontra, se funde e se renova. Eu chamo a isso de amor.
Esse post é dedicado para a cidade de Bandeirantes em nome de Fred, Nice, Maria e Antonio, os meus avós.
Namastê
Ekatala Keller
(Rejane Cristina Gotardo)
Em seguida, gosto de lembrar: sem preconceito e sem julgamento, esse é o momento.
E isso é astrologia.
Confesso que essa pergunta sempre existiu em mim: o que eu aprendi com a minha própria história de vida até agora? O que é a vida se não ciclos e ciclos de eternos recomeços ( sem fins?)
Eis a questão do meu coração. Eis a minha gratidão à astrologia. Vou explicar.
O mapa natal é dividido em quatro partes. Astrologicamente, chamamos cada parte de quadrante.
Esse desenho forma dois eixos ligados em cruz: O primeiro eixo, em horizontal, liga o ascendente ao descendente ( a linha em "braços abertos" entre o eu e o os outros).
O segundo eixo, em vertical, liga as raízes ou Fundo do Céu com as asas, o Meio do Céu. E esse eixo entre a fonte por onde se nasce e onde estão inscritos o princípio e o fim da vida social está ligado à liberdade e às conquistas individuais, formando assim a "coluna vertebral" do mapa astral: onde se revela a força da ancestralidade e a coragem que impulsiona a seguir o próprio caminho, a escrever e a viver a própria história além de todos os registros e de todo o passado.
Os dois eixos são importantes como delineadores para o mergulho em si mesmo. Mas na prática, através da minha experiência de vida e como astróloga, percebo que o salto quântico é possível quando em compreensão (e em flexibilidade!) do segundo eixo, ou seja, entre as raízes e as asas da própria liberdade de ser quem se é, e onde a partir daí, tudo se torna possível rumo ao desconhecido e misterioso convite existencial chamado de evolução humana.
Entre o sagrado e o mundano está o centro do mapa, o círculo em espiral onde tudo (sempre!) se encontra, se funde e se renova. Eu chamo a isso de amor.
Esse post é dedicado para a cidade de Bandeirantes em nome de Fred, Nice, Maria e Antonio, os meus avós.
Namastê
Ekatala Keller
(Rejane Cristina Gotardo)
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